Brincar e dar atenção ao seu animal regularmente significa muito para ele, pois ele passa o dia esperando você voltar do trabalho. Comida, água, abrigo e consultas regulares ao veterinário são fundamentais, mas animais são seres sociais que adoram companhia mais do que qualquer coisa. Não ignore aquele rabinho alegre, deixe seu gato se aconchegar perto de você enquanto você lê o seu jornal diário e não se apresse quando for passear com seu cachorro: esse é o tempo que eles têm para explorar o mundo e tantos cheiros diferentes.
... diariamente, cães e gatos que foram comprados porque eram "bonitinhos" são descartados como lixo, já que muitas das pessoas que adquirem um animal hoje em dia no Brasil não têm consciência de que eles demandam trabalho. Todo animal tem que ser alimentado, vacinado, limpo, exercitado, acariciado, e não vai servir de enfeite para a casa. Um cão é uma vida, um ser com pensamentos, com consciência de si e do ambiente à sua volta. Um cão sabe o que é frio, o que é medo e o que é fome, então não pode em hipótese alguma ser tratado como um objeto. Merece respeito acima de tudo, por ser uma boa criatura que não traz mal a ninguém.
Fonte: AILA - Aliança Iinternacional do Animal
terça-feira, 3 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A situação da Educação no Brasil
Recebemos tantas correspondências sobre dicas e informações de interesse geral, que pensei em utilizar o mesmo recurso para divulgar algumas informações acerca da rotina nas escolas.
Para aqueles que trafegam pelas vias escolares, não são novidades e talvez sejam até amenas se comparadas a realidades de outras escolas. Para aqueles que assistem aos noticiários e os que tem filhos em escolas, públicas ou privadas, terão cunho de esclarecimento.
Vamos aos fatos:
Atualmente, nossas salas de aula são abarrotadas com uma média de 30 alunos, chegando até mesmo a perfazer o número de 40 por turma. Muitos destes alunos frequentam a escola porque estão dispostos a aprender, participar e obter resultados positivos, enquanto outros, obrigados a participar da rotina escolar, quer seja pelas leis que assim determinam, quer seja pela obrigatoriedade para que possam continuar recebendo o Bolsa Família, aterrorizam os demais alunos atrapalhando as aulas e cometendo o tão alardeado bullying.
Mas e o que fazem os professores???!!! é a pergunta mais óbvia, e a resposta é: nós professores tentamos diversas abordagens de resgate destes alunos, pois entendemos que muitos dos comportamentos agressivos são reflexos de suas realidades muitas vezes minadas por carência, negligência, maus tratos e abandono. Alguns deles são acessíveis e felizmente conseguimos alcançar nossos objetivos. Outros porém, permanecem praticando atos de agressão, culminando em registros de ocorrências e suspensões que surtem resultados... nulos. Sim, para eles ainda tornam-se dias de "folga", utilizados para permanecer nas ruas (inclusive na frente da escola, debochando dos que 'precisam ir às aulas') e reforçar a política do Não Dá Nada. Resultado: retornam ainda piores do que antes da suspensão.
Como consequência as agressões ficam piores e ainda mais, passam a agredir os professores.
Mas isso não acontece só na TV????!!!!!! Nããããããããããoooooo!!!!
Em uma das escolas em que trabalho em Taquara, RS, temos os seguintes eventos:
* uma aluna agrediu fisicamente uma professora em 2010, foi transferida no restante do ano letivo e... retornou à escola em 2011 como se nada houvesse;
* na semana seguinte, ainda em 2010, uma das monitoras também foi agredida fisicamente por uma aluna do diurno e, pasmem... a menina continuou na escola passando para o noturno;
* ainda no ano passado, houveram casos de agressão verbal e tentativas de agressão física a outros professores, que sequer foram levadas a sério;
* em 2011 (lembrem que somente passou um mês letivo e meio) um garoto agrediu fisicamente uma professora e logo após agrediu, da mesma forma, o diretor. O que houve com ele? Foi encaminhado para exames e avaliações psicológicas e sequer aventou-se a hipótese de transferência escolar.
É importante ressaltar que os professores e funcionários agredidos em todos os casos citados acima sofreram tais atos justamente porque cobraram conduta e respeito dos alunos infratores, ou seja, estavam defendendo outros alunos ou tentavam ministrar suas aulas.
Privilégio de escola pública? Também não. Se você tem filhos em escola particular e sente-se seguro com isso, saiba que há alguns anos um aluno efetuou um disparo com arma de fogo em uma renomada escola da rede pública e sendo transferido, foi acolhido em uma das escolas da rede privada.
Tudo isso ocorre por que tais alunos tem "direitos" que precisam ser respeitados.
Mas e onde ficam os direitos dos alunos que mantém uma boa conduta? Onde ficam os direitos dos professores? Só Deus sabe. As políticas públicas e os órgãos que deveriam garantir tais direitos, defendem apenas os direitos dos infratores. Desta forma, nós professores somos massacrados e humilhados e, junto com os demais alunos ficamos reféns daqueles que tem "direito" de estar ali, embora não cumpram com os mínimos deveres que são inerentes ao educando.
Vamos à escola com medo por nós e por nossos alunos, mandamos nossos filhos à escola com o mesmo temor, mentimos em casa para que nossos familiares não se preocupem conosco quando vamos trabalhar.
Se você leu até aqui é porque não é indiferente a tal realidade, por isso, peço que divulgue estas informações. Poste em seu blog, comente no facebook, no orkut e no twitter, repasse este e-mail, fale em sua roda de chimarrão, local de trabalho, faculdade, almoço de família, etc. É preciso que a população saiba como inicia-se o processo que culmina em eventos como o do Rio e outros mais que são noticiados na mídia e que estão mais próximos do que se imagina.
Se você também é professor, não cale mais, chega de sermos discretos acerca das atrocidades que vem ocorrendo nas escolas. Relate suas histórias, comente os fatos que você conhece, enfim, como eu...desabafe.
Àqueles que reenviarem este e-mail, encaminhem para mim também, se postarem algo em seus blogs, facebooks, orkuts ou twittarem me enviem os links; se são solidários ou também tem suas histórias me enviem e-mail. Só assim saberei que não estamos sós, e este será ao menos um alento na realidade que vivemos.
Um abraço a todos
Janaina Medeiros
Para aqueles que trafegam pelas vias escolares, não são novidades e talvez sejam até amenas se comparadas a realidades de outras escolas. Para aqueles que assistem aos noticiários e os que tem filhos em escolas, públicas ou privadas, terão cunho de esclarecimento.
Vamos aos fatos:
Atualmente, nossas salas de aula são abarrotadas com uma média de 30 alunos, chegando até mesmo a perfazer o número de 40 por turma. Muitos destes alunos frequentam a escola porque estão dispostos a aprender, participar e obter resultados positivos, enquanto outros, obrigados a participar da rotina escolar, quer seja pelas leis que assim determinam, quer seja pela obrigatoriedade para que possam continuar recebendo o Bolsa Família, aterrorizam os demais alunos atrapalhando as aulas e cometendo o tão alardeado bullying.
Mas e o que fazem os professores???!!! é a pergunta mais óbvia, e a resposta é: nós professores tentamos diversas abordagens de resgate destes alunos, pois entendemos que muitos dos comportamentos agressivos são reflexos de suas realidades muitas vezes minadas por carência, negligência, maus tratos e abandono. Alguns deles são acessíveis e felizmente conseguimos alcançar nossos objetivos. Outros porém, permanecem praticando atos de agressão, culminando em registros de ocorrências e suspensões que surtem resultados... nulos. Sim, para eles ainda tornam-se dias de "folga", utilizados para permanecer nas ruas (inclusive na frente da escola, debochando dos que 'precisam ir às aulas') e reforçar a política do Não Dá Nada. Resultado: retornam ainda piores do que antes da suspensão.
Como consequência as agressões ficam piores e ainda mais, passam a agredir os professores.
Mas isso não acontece só na TV????!!!!!! Nããããããããããoooooo!!!!
Em uma das escolas em que trabalho em Taquara, RS, temos os seguintes eventos:
* uma aluna agrediu fisicamente uma professora em 2010, foi transferida no restante do ano letivo e... retornou à escola em 2011 como se nada houvesse;
* na semana seguinte, ainda em 2010, uma das monitoras também foi agredida fisicamente por uma aluna do diurno e, pasmem... a menina continuou na escola passando para o noturno;
* ainda no ano passado, houveram casos de agressão verbal e tentativas de agressão física a outros professores, que sequer foram levadas a sério;
* em 2011 (lembrem que somente passou um mês letivo e meio) um garoto agrediu fisicamente uma professora e logo após agrediu, da mesma forma, o diretor. O que houve com ele? Foi encaminhado para exames e avaliações psicológicas e sequer aventou-se a hipótese de transferência escolar.
É importante ressaltar que os professores e funcionários agredidos em todos os casos citados acima sofreram tais atos justamente porque cobraram conduta e respeito dos alunos infratores, ou seja, estavam defendendo outros alunos ou tentavam ministrar suas aulas.
Privilégio de escola pública? Também não. Se você tem filhos em escola particular e sente-se seguro com isso, saiba que há alguns anos um aluno efetuou um disparo com arma de fogo em uma renomada escola da rede pública e sendo transferido, foi acolhido em uma das escolas da rede privada.
Tudo isso ocorre por que tais alunos tem "direitos" que precisam ser respeitados.
Mas e onde ficam os direitos dos alunos que mantém uma boa conduta? Onde ficam os direitos dos professores? Só Deus sabe. As políticas públicas e os órgãos que deveriam garantir tais direitos, defendem apenas os direitos dos infratores. Desta forma, nós professores somos massacrados e humilhados e, junto com os demais alunos ficamos reféns daqueles que tem "direito" de estar ali, embora não cumpram com os mínimos deveres que são inerentes ao educando.
Vamos à escola com medo por nós e por nossos alunos, mandamos nossos filhos à escola com o mesmo temor, mentimos em casa para que nossos familiares não se preocupem conosco quando vamos trabalhar.
Se você leu até aqui é porque não é indiferente a tal realidade, por isso, peço que divulgue estas informações. Poste em seu blog, comente no facebook, no orkut e no twitter, repasse este e-mail, fale em sua roda de chimarrão, local de trabalho, faculdade, almoço de família, etc. É preciso que a população saiba como inicia-se o processo que culmina em eventos como o do Rio e outros mais que são noticiados na mídia e que estão mais próximos do que se imagina.
Se você também é professor, não cale mais, chega de sermos discretos acerca das atrocidades que vem ocorrendo nas escolas. Relate suas histórias, comente os fatos que você conhece, enfim, como eu...desabafe.
Àqueles que reenviarem este e-mail, encaminhem para mim também, se postarem algo em seus blogs, facebooks, orkuts ou twittarem me enviem os links; se são solidários ou também tem suas histórias me enviem e-mail. Só assim saberei que não estamos sós, e este será ao menos um alento na realidade que vivemos.
Um abraço a todos
Janaina Medeiros
sexta-feira, 25 de março de 2011
LEONARDO DA VINCI:UM GÊNIO UNIVERSAL

O regresso à natureza e o naturalismo vão permitir o nascimento de uma nova ciência. A possibilidade do aparecimento das novas ciências da natureza radica, ainda, na liberdade de investigação e na autonomia da razão, tão reivindicadas pelos renascentistas. Pode-se conhecer a natureza e proceder à sua investigação e observação diretas. A investigação científica é uma investigação baseada na observação e na experiência, tal como o mostram os trabalhos de Galileu e as intuições de Leonardo. Recurso à experiência sensível, interrogando a própria natureza e obrigando-a a responder. De fato, os novos processos de investigação da natureza apresentam-se como um diálogo do homem com a natureza, só assim sendo possível chegar a uma explicação natural dos fenômenos naturais, a uma explicação da natureza pela natureza, ficando garantida a objetividade dessa explicação.
A este propósito, escreve Leonardo "Le peintre discute et rivalise avec la nature" (DA VINCI, 1987:112) ou "La nécessité oblige l'esprit du peintre à se mettre à la place de l'esprit même de la nature, et à faire l'interprète entre la nature et l'art; il recourt à cell-ci pour dégager les raisons de ses démarches assujetties à ses propres lois." (DA VINCI, 1987:117)
Fonte: MARIA DE JESUS MARTINS DA FONSECA
“O pintor discute e rivaliza com a natureza.”
“A necessidade obriga o espírito do pintor a se colocar no lugar do espírito da natureza e a fazer a interpretação entre a natureza e a arte; ele recorre a isto para transformar as razões desta conduta subjugadas às suas próprias leis.”
Tradução Betania Piccinini
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Pró-Sinos entrega premiação de educação ambiental
segunda-feira, 25 de outubro de 201013:50
Divulgação Pró-Sinos
O Consórcio Público de Saneamento Básico da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Pró-Sinos) realiza a premiação dos ganhadores do concurso da 1ª Mostra de Trabalhos do Programa de Educação Ambiental e da 1ª Mostra de Trabalhos da Agenda 21. No dia 20 de outubro aconteceu a primeira premiação com um passeio a Gramado. Já a segunda atividade será no dia 10 de novembro.
Os ganhadores são estudantes e educadores das redes públicas municipal e estadual de cidades consorciadas ao Pró-Sinos que apresentaram os melhores trabalhos de conscientização ecológica e educação ambiental. O Programa de Educação Ambiental é apoiado com recursos financeiros do Fundo Nacional do Meio Ambiente - FNMA (Ministério do Meio Ambiente - Governo Federal). Esta edição do prêmio conta também com o apoio do Ministério Público de Gramado, da Secretaria do Meio Ambiente de Gramado e das prefeituras consorciadas.
Veja quais são as escolas premiadas:
Categoria Mostra de Trabalhos
1º lugar: IGREJINHA
Solidariedade com valorização da autoestima e consciência ecológica.
2º lugar: NOVO HAMBURGO
Composteira Comunitária
3º lugar: NOVA SANTA RITA
A integração entre instituições
Categoria Agenda 21
1º lugar: IGREJINHA
EMEF Prefeito João Darcy Rheinheimer
Educação Ambiental e cidadania: a comunidade do educandário João Darcy Rheinheimer
2º lugar: NOVA SANTA RITA
EMEF Miguel Couto
Agenda 21 Escola Miguel Couto
3º lugar: TAQUARA
EMEF Dr. Lauro Hampe Müller
Patrulheiros Ecológicos em ação
Categoria Arte
1º lugar: SAPIRANGA
Música e teatro: "Poltrona Velha que caiu no mar"
2º lugar: SÃO LEOPOLDO
Música: Rapciclando
3º lugar: ESTÂNCIA VELHA
Teatro: Performance da natureza
Divulgação Pró-Sinos
O Consórcio Público de Saneamento Básico da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Pró-Sinos) realiza a premiação dos ganhadores do concurso da 1ª Mostra de Trabalhos do Programa de Educação Ambiental e da 1ª Mostra de Trabalhos da Agenda 21. No dia 20 de outubro aconteceu a primeira premiação com um passeio a Gramado. Já a segunda atividade será no dia 10 de novembro.
Os ganhadores são estudantes e educadores das redes públicas municipal e estadual de cidades consorciadas ao Pró-Sinos que apresentaram os melhores trabalhos de conscientização ecológica e educação ambiental. O Programa de Educação Ambiental é apoiado com recursos financeiros do Fundo Nacional do Meio Ambiente - FNMA (Ministério do Meio Ambiente - Governo Federal). Esta edição do prêmio conta também com o apoio do Ministério Público de Gramado, da Secretaria do Meio Ambiente de Gramado e das prefeituras consorciadas.
Veja quais são as escolas premiadas:
Categoria Mostra de Trabalhos
1º lugar: IGREJINHA
Solidariedade com valorização da autoestima e consciência ecológica.
2º lugar: NOVO HAMBURGO
Composteira Comunitária
3º lugar: NOVA SANTA RITA
A integração entre instituições
Categoria Agenda 21
1º lugar: IGREJINHA
EMEF Prefeito João Darcy Rheinheimer
Educação Ambiental e cidadania: a comunidade do educandário João Darcy Rheinheimer
2º lugar: NOVA SANTA RITA
EMEF Miguel Couto
Agenda 21 Escola Miguel Couto
3º lugar: TAQUARA
EMEF Dr. Lauro Hampe Müller
Patrulheiros Ecológicos em ação
Categoria Arte
1º lugar: SAPIRANGA
Música e teatro: "Poltrona Velha que caiu no mar"
2º lugar: SÃO LEOPOLDO
Música: Rapciclando
3º lugar: ESTÂNCIA VELHA
Teatro: Performance da natureza
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Nome/Espécie : Calopsita (no Brasil)
Caturra (em Portugal)
Cockatiel (na língua inglesa)
Perruche calopsitte (na língua francesa)
Lorito de Copete (na Espanha)
Família : Cacatuidae
Ordem : Psittaciformes
Origem : Nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semi-áridas do país. Ave nômade, costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.
Caracteristicas : A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo seu jeito amigável e interativo, principalmente quando domesticado. Apegam-se facilmente aos seus donos e os reconhecem de longe. Muito participativas e brincalhonas, são alegres e divertidas! É considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado.
Tamanho : 30 cm (em média, quando adultos)
Peso : 85-120 gramas
Longevidade : variável, dependendo se na natureza ou em cativeiro, podem chegar a 25 anos aproximadamente
Maturidade sexual : por volta dos 12 meses de vida
Reprodução : ano todo
Postura : 3 a 7 ovos (média)
Incubação : de 18 a 23 dias
Observação importante :
Pela legislação ambiental brasileira, a calopsita é considerada ave doméstica, conforme portaria nº 93 do Ibama.
Aves domésticas são aqueles que, através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico, tornaram-se domésticos, possuindo características biológicas e comportamentais em estrita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência diferente da espécie silvestre que os originou. Portanto, a calopsita não é uma ave cuja criação, comércio e posse é controlado pelo IBAMA.
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